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Estudo de caso

Poliuso: estimulante, álcool e benzodiazepínico em ciclos compensatórios

Homem de 36 anos, profissional liberal, utiliza estimulante, álcool e benzodiazepínico em momentos diferentes para controlar os efeitos de uma substância com outra.

AvançadoProfissionais e estudantes
Privacidade confirmada para publicação

Este caso foi publicado após confirmação explícita de ausência de dados pessoais identificáveis. Não apresenta diagnóstico definitivo. As hipóteses são possibilidades a serem investigadas por profissionais.

01

Leitura do caso

Comece pelo que foi efetivamente descrito no conteúdo publicado.

Contexto

Homem de 36 anos, profissional liberal, utiliza estimulante, álcool e benzodiazepínico em momentos diferentes para controlar os efeitos de uma substância com outra.

Perfil da pessoa

Solteiro, mora sozinho, alta função profissional mascarando o problema.

Histórico de uso

Uso de cocaína há 8 anos, álcool há 15, benzodiazepínico há 3 (inicialmente prescrito para ansiedade).

Contexto familiar

Família distante, poucos amigos próximos, rede social reduzida.

Padrão de uso

Cocaína durante o dia para funcionar, álcool à noite para desacelerar, benzodiazepínico para dormir.

02

Fatores observáveis

Organize os elementos presentes sem preencher lacunas por suposição.

Substâncias envolvidas

  • Cocaína

  • Álcool

  • Benzodiazepínico

Fatores de risco

  • Múltiplas substâncias

  • Auto-medicação

  • Alta função mascarando problema

Fatores de proteção

  • Função profissional preservada

  • Recurso financeiro

  • Acesso a tratamento

Pensamentos

  • Eu controlo

  • Cada uma tem sua função

  • Não sou dependente de nenhuma

Emoções

  • Ansiedade

  • Esgotamento

  • Medo de parar

  • Superconfiança

Comportamentos

  • Uso programado de cada substância

  • Esconde cada uma separadamente

  • Consulta médicos diferentes

  • Justifica cada uso com uma razão

Consequências

  • Risco de interação medicamentosa

  • Dependência cruzada

  • Sobrecarga orgânica

  • Risco de overdose

Mecanismos de defesa

  • Negação

  • Racionalização

  • Intelectualização

Gatilhos

  • Estresse

  • Insônia

  • Ansiedade

  • Cobrança profissional

Análise funcional

O poliuso segue uma lógica compensatória: estimulante para funcionar, depressor para desacelerar, ansiolítico para dormir. Cada substância justifica a próxima, criando um ciclo de risco crescente.

Sinais de risco

  • Múltiplos médicos sem conhecimento mútuo

  • Uso programado e sistemático

  • Esquiva de avaliação integrada

  • Risco de interação

03 · pausa ativa

Perguntas para reflexão

Construa sua leitura antes de revelar a análise comentada.

  1. 01

    O que é poliuso e como ele se diferencia do uso de uma única substância?

  2. 02

    Como as substâncias se compensam mutuamente neste caso?

  3. 03

    Quais os riscos da combinação de estimulante, depressor e ansiolítico?

04 · comparação orientada

Análise comentada

Revele somente depois de formular sua própria leitura.

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