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Estudo de caso

Quando o corpo pede mais

M., 35 anos, está há 1 mês em tratamento. Não compreende por que bebe tanto. A equipe pede que identifique como a tolerância se desenvolveu.

IntermediárioAcolhidos em fase inicial que precisam reconhecer a tolerância
Privacidade confirmada para publicação

Este caso foi publicado após confirmação explícita de ausência de dados pessoais identificáveis. Não apresenta diagnóstico definitivo. As hipóteses são possibilidades a serem investigadas por profissionais.

01

Leitura do caso

Comece pelo que foi efetivamente descrito no conteúdo publicado.

Contexto

M., 35 anos, está há 1 mês em tratamento. Não compreende por que bebe tanto. A equipe pede que identifique como a tolerância se desenvolveu.

Perfil da pessoa

M. é motorista de aplicativo. Tem dependência de álcool há 6 anos. Separado há 1 ano. Em tratamento após quase causar acidente.

Histórico de uso

Uso de álcool desde os 25 anos. Dependência há 6 anos. Aumento progressivo da quantidade.

Contexto familiar

Separado. Um filho de 8 anos. A ex-companheira pediu separação por causa do uso.

Padrão de uso

Uso diário. Começou com 2 cervejas, hoje bebe 12-15 por dia.

02

Fatores observáveis

Organize os elementos presentes sem preencher lacunas por suposição.

Substâncias envolvidas

  • Álcool

Fatores de risco

  • Tolerância elevada

  • Profissão de motorista

  • Negação da tolerância

  • Uso diário intenso

Fatores de proteção

  • Tratamento voluntário após susto

  • Filho como motivação

  • Reconhece que quase causou acidente

Pensamentos

  • É só costume (negação)

  • Preciso de mais para relaxar (tolerância)

  • Não é tão grave (minimização)

Emoções

  • Ansiedade

  • Culpa

  • Susto após quase acidente

Comportamentos

  • Aumentou progressivamente a quantidade

  • Bebe diariamente

  • Dirige alcoolizado

  • Esconde a quantidade

Consequências

  • Separação

  • Quase acidente

  • Tolerância elevada

  • Risco profissional

Mecanismos de defesa

  • Negação ('é só costume')

  • Minimização ('não é tão grave')

Gatilhos

  • Estresse do trabalho

  • Solidão após separação

  • Horários de folga

Análise funcional

M. desenvolveu tolerância progressiva: de 2 cervejas (sem tolerância) para 12-15 (tolerância elevada) em 6 anos. A negação ('é só costume') impede o reconhecimento. A tolerância é perigosa porque M. não se sente 'bêbado' e dirige, colocando-se e outros em risco.

Sinais de risco

  • Tolerância elevada

  • Negação ativa

  • Direção alcoolizada

  • Aumento progressivo

03 · pausa ativa

Perguntas para reflexão

Construa sua leitura antes de revelar a análise comentada.

  1. 01

    Como a tolerância se desenvolveu em sua experiência?

  2. 02

    Qual o risco de não sentir 'bêbado' com tolerância elevada?

04 · comparação orientada

Análise comentada

Revele somente depois de formular sua própria leitura.

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