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Estudo de caso

A noite que não lembro

F., 26 anos, acordou em casa sem lembrar como chegou. Disse que 'bebeu demais'. A equipe pede análise do apagamento.

IntermediárioAcolhidos que já tiveram apagamentos
Privacidade confirmada para publicação

Este caso foi publicado após confirmação explícita de ausência de dados pessoais identificáveis. Não apresenta diagnóstico definitivo. As hipóteses são possibilidades a serem investigadas por profissionais.

01

Leitura do caso

Comece pelo que foi efetivamente descrito no conteúdo publicado.

Contexto

F., 26 anos, acordou em casa sem lembrar como chegou. Disse que 'bebeu demais'. A equipe pede análise do apagamento.

Perfil da pessoa

F. é estudante. Bebe socialmente em festas. Já teve 3 apagamentos anteriores.

Histórico de uso

Uso de álcool desde os 18 anos. Binge drinking em festas. 3 apagamentos anteriores.

Contexto familiar

Solteiro. Mora com colegas. Pais no interior.

Padrão de uso

Bebe em festas, 10-15 doses. Já teve 3 apagamentos.

02

Fatores observáveis

Organize os elementos presentes sem preencher lacunas por suposição.

Substâncias envolvidas

  • Álcool

Fatores de risco

  • Binge drinking

  • Histórico de 3 apagamentos

  • Jovem com ambiente permissivo

  • Não lembra como chegou (risco não avaliado)

Fatores de proteção

  • Reconhece que bebeu demais

  • Chegou em casa (alguém o levou)

  • Em tratamento

Pensamentos

  • Bebi demais (reconhecimento)

  • Não lembro de nada (preocupação)

  • Podia ter acontecido algo (susto)

  • Isso é normal? (dúvida)

Emoções

  • Preocupação

  • Susto

  • Vergonha

  • Dúvida

Comportamentos

  • Bebeu 12 doses

  • Não lembra como chegou

  • Já teve 3 apagamentos anteriores

Consequências

  • Apagamento

  • Lacuna de memória

  • Risco não avaliado (não sabe o que fez)

  • Padrão recorrente

Mecanismos de defesa

  • Minimização ('isso é normal em festas')

  • Racionalização ('todo mundo bebe demais')

Gatilhos

  • Festas

  • Binge drinking

  • Pressão social

Análise funcional

F. apresenta apagamento alcoólico: não lembra as últimas 4 horas da festa nem como chegou em casa. O apagamento não é sono — é uma falha na consolidação de memórias no hipocampo causada pelo álcool. A pessoa pode estar acordada e funcional (falando, andando) mas o cérebro não está formando memórias novas. A diferença de desmaio: desmaio é perda breve de consciência; apagamento é perda de memória. O risco é que F. não sabe o que fez durante o apagamento (violência, sexo sem proteção, acidentes). O padrão recorrente (3 apagamentos) é sinal de alerta.

Sinais de risco

  • Apagamento recorrente (3 vezes)

  • Binge drinking

  • Não saber o que fez

  • Jovem com ambiente permissivo

03 · pausa ativa

Perguntas para reflexão

Construa sua leitura antes de revelar a análise comentada.

  1. 01

    Já tive apagamentos? O que não lembro?

  2. 02

    Qual a diferença entre apagamento e sono?

04 · comparação orientada

Análise comentada

Revele somente depois de formular sua própria leitura.

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